Em 2026, uma pergunta tirou o sono de qualquer empresa com presença digital: o que adianta estar bem posicionado no Google se metade das buscas dos seus clientes agora acontece dentro de uma conversa com o ChatGPT? A resposta, para quem acompanha o mercado de perto, é que SEO e GEO (Generative Engine Optimization) deixaram de ser disciplinas separadas — e a diferença entre aparecer ou desaparecer da frente do cliente passou a depender de quem entende as duas ao mesmo tempo.
É nesse cenário que o nome de Roberto Grozinski vem ganhando espaço como referência entre quem busca um consultor SEO capaz de transitar entre a otimização técnica tradicional e a nova camada de visibilidade dentro de inteligências artificiais generativas. Sua trajetória — de mais de duas décadas em TI a a especialização recente e profunda em SEO e GEO — virou, na prática, estudo de caso do que significa ser um consultor de SEO completo no mercado atual.
Esta reportagem conta essa trajetória, explica o que realmente é SEO e GEO em 2026, e mostra, com números reais de projetos, por que essa combinação de competências se tornou tão rara — e tão procurada.

O que realmente é SEO em 2026 (e por que mudou tanto)
Antes de entender por que um consultor seo se tornou peça tão estratégica, vale destrinchar o que realmente compõe SEO em 2026 — porque a disciplina evoluiu muito além de “colocar palavra-chave no título”.
SEO técnico moderno envolve arquitetura de informação, velocidade de carregamento (Core Web Vitals), indexação correta via APIs do próprio Google, dados estruturados (schema markup) e uma estrutura de conteúdo organizada em clusters temáticos, não páginas soltas competindo entre si. Um consultor de seo que ainda trabalha só com otimização de meta description e algumas palavras-chave no texto está entregando uma fração do que a disciplina exige hoje.
A parte que a maioria ainda ignora é a camada semântica: como o conteúdo se conecta entre si, como ele responde a intenções de busca completas (não só termos isolados) e como ele constrói, ao longo do tempo, autoridade de domínio real — o tipo de sinal que separa um site que rankeia por sorte de um site que sustenta posição por anos.
GEO: a camada que faz a diferença entre aparecer ou não nas respostas de IA
GEO (Generative Engine Optimization) é a camada mais nova — e menos compreendida — dessa disciplina. Trata-se de estruturar conteúdo para ser compreendido, citado e recomendado por sistemas de IA generativa como ChatGPT, Gemini, Perplexity e Microsoft Copilot, que hoje já respondem diretamente à pergunta do usuário, sem necessariamente levá-lo a clicar em um site.
A própria Google já esclareceu, em documentação oficial, que otimizar para funcionalidades de IA na busca é, na prática, otimizar para a busca em geral — não existe um “índice paralelo” exclusivo para IA. Isso reforça um ponto que poucos profissionais entendem: GEO não substitui SEO, ele se apoia inteiramente na mesma base técnica. Um consultor em seo que entende isso não trata GEO como modismo à parte, mas como extensão natural do mesmo trabalho de estrutura, clareza e dados verificáveis que já valem para SEO tradicional.
Na prática, isso significa: FAQ com schema JSON-LD, respostas diretas e declarativas logo na introdução do conteúdo, dados verificáveis e citáveis, e consistência de informação entre todas as páginas do domínio. Quem aplica isso corretamente começa a aparecer citado dentro de respostas de IA — um canal de tráfego que, há dois anos, sequer existia.
Uma trajetória que começou antes do Google existir
A trajetória de Roberto Grozinski como consultor seo não começou em uma agência de marketing digital — começou em 1997, aos 17 anos, quando ele desenvolveu o site da Mercebras, uma empresa de peças de caminhões, e percebeu que certas palavras faziam a página aparecer mais nos buscadores da época: Cadê e Yahoo. O Google, à época, ainda nem existia como o conhecemos hoje.
Entre 2004 e 2010, Grozinski passou seis anos em TI corporativa n’ O Estado de S. Paulo, atuando com automação de processos logísticos, suporte técnico em SAP e desenvolvimento de sistemas internos — experiência que, segundo ele, ensinou uma lição que carrega até hoje: “sistema que não funciona custa dinheiro”, princípio que aplica diretamente na análise de crawl budget e performance técnica de sites.
De 2009 a 2023, em uma única empresa, ele construiu do zero uma presença orgânica que chegou a aproximadamente 45 mil palavras-chave posicionadas na primeira página do Google — sem nenhum investimento em tráfego pago. É esse, segundo ele mesmo descreve, seu case mais representativo de paciência, consistência e domínio técnico de SEO.
Da agência enterprise ao case de +810% em receita orgânica
Entre 2019 e 2023, o consultor atuou em marketing digital full-funnel e automação, gerindo campanhas multicanal (Google Ads, Meta Ads, SEO) para uma plataforma de cursos preparatórios para concursos públicos, além de implementar automação via RD Station e primeiros experimentos com IA aplicada à otimização de processos.
De janeiro de 2024 a setembro de 2025, como analista de SEO sênior em uma agência enterprise, ele geriu simultaneamente uma carteira de mais de 200 contas ativas, com 89% de taxa de retenção — resultado direto de processos escaláveis com automação via IA (ChatGPT, Claude, N8N) que reduziram em 70% o tempo de produção de conteúdo da operação.
O ápice técnico mais recente veio em janeiro e fevereiro de 2026: um projeto intensivo de SEO para a migração VTEX de um grande player do setor de beleza e cosméticos. Grozinski otimizou mais de 2.500 produtos, levou o LCP (Largest Contentful Paint, métrica central de velocidade do Google) de 3,8 segundos para 1,2 segundos, e planejou toda a arquitetura de content clustering do novo domínio. O resultado, nos primeiros 90 dias pós-migração: aumento de 810% na receita orgânica, com retenção de tráfego entre 85% e 95% durante todo o processo de troca de plataforma — uma das etapas mais arriscadas de qualquer operação de e-commerce, quando a maioria dos sites perde posicionamento temporariamente.
Case real: como SEO técnico + conteúdo em escala geram 736% de crescimento em 90 dias
Um dos projetos mais recentes conduzidos por Grozinski em sua consultoria própria ilustra bem como SEO técnico, produção de conteúdo em escala e GEO trabalham juntos na prática. O cliente atua no nicho de cursos preparatórios para concursos policiais e da segurança pública — um segmento competitivo, dependente de conteúdo atualizado a cada novo edital publicado pelo país.
Em um período de pouco menos de 90 dias (abril a junho de 2026), o projeto saiu de 689 visitas mensais para 5.765 visitas — crescimento de 736%. Os cliques orgânicos vindos do Google Search Console saltaram de 297 para 3.363, um aumento de 1.032%, enquanto as impressões nos resultados de busca cresceram 1.937%, chegando a mais de 105 mil no período. Os contatos gerados (cliques em WhatsApp e formulário) passaram de 38 para 362, alta de 853%.
O volume de conteúdo também deu um salto: o domínio saiu de 27 páginas indexadas para mais de 248, com mais de 40 notícias de concursos e mais de 50 artigos de blog publicados no trimestre, organizados em clusters temáticos (cada fase do concurso — prova escrita, teste físico, investigação social, exame médico — recebendo um hub de conteúdos interligados).
Quando o GEO já é canal de tráfego real, não teoria
O dado mais revelador desse projeto, porém, está na origem do tráfego. Enquanto o Google seguiu como principal canal (3.863 sessões via busca orgânica), o ChatGPT.com passou de apenas 8 visitas no período anterior para 168 visitas — crescimento de mais de 2.000% em dois meses. O Microsoft Copilot também começou a referenciar o domínio como fonte, um canal que simplesmente não existia antes.
Esse resultado não é acaso: a estratégia aplicada envolveu FAQ com schema JSON-LD expandido para todas as novas páginas publicadas, exatamente o tipo de estruturação que — como já explicamos na seção sobre GEO — aumenta a chance de um conteúdo ser compreendido, citado e recomendado por sistemas de IA generativa. O mesmo padrão já apareceu em outro projeto ativo da consultoria: um site de SEO médico, para consultório de Cirurgia Vascular, que saiu de zero a mais de 1.500 visitas mensais em 90 dias, e já acumula 9.700 citações geradas no Bing Copilot através de estratégia GEO.
Vale destacar também o CTR médio da palavra-chave de marca do projeto de concursos policiais — 55,2%, com o domínio ocupando posição média 1,8 — um sinal de que a estratégia de conteúdo consolidou reconhecimento de marca real, não apenas tráfego de passagem.
O método: diagnóstico antes de estratégia, estratégia antes de execução
O que separa Grozinski de boa parte do mercado de SEO, segundo sua própria descrição de método, é a ordem rígida do processo: diagnóstico antes de estratégia, estratégia antes de execução. Antes de qualquer recomendação, ele analisa o domínio como um todo — tráfego, autoridade, palavras-chave já posicionadas —, audita a estrutura técnica (H1, H2, velocidade, indexação) e mapeia pelo menos três concorrentes reais por posicionamento, não os que o cliente acredita que são concorrentes.
“Palavras-chave e reotimização de conteúdo vêm depois do diagnóstico completo, nunca antes”, resume o próprio consultor. É uma postura que evita o erro mais comum do mercado: começar a “otimizar” um site sem antes entender por que ele está performando do jeito que está.
Sua base técnica também chama atenção pela origem: bacharelado em Sistemas de Informação pela Uninove (2013–2017), somado a 23 anos de background em TI corporativa — desenvolvimento full-stack, administração de servidores Linux/Windows, suporte em SAP e gestão de equipes técnicas. É essa combinação, pouco comum entre consultores de SEO com formação predominantemente em marketing, que sustenta a leitura mais técnica de crawl budget, arquitetura de servidor e performance que caracteriza seu trabalho.
Por que essa combinação de experiência é rara no mercado
Poucos profissionais de SEO no Brasil reúnem, ao mesmo tempo, quase três décadas de prática (desde os tempos do Cadê e do Yahoo, passando pela ascensão do Google e chegando à era do SGE e do GEO), formação acadêmica formal em Sistemas de Informação e mais de duas décadas de vivência em TI corporativa. Essa combinação é o que, segundo o próprio Grozinski, separa um consultor em seo raso de um que realmente entende o que acontece “por baixo do capô” de um site.
Em suas próprias palavras, publicadas em seu site profissional: “o algoritmo muda, os fundamentos ficam. Aprendi isso em 1997 e ainda é verdade em 2026.” É uma visão que o leva a discordar publicamente de correntes populares no mercado — como a ideia de que backlinks perderam relevância, ou que seguir cegamente cada atualização do Google seria estratégia válida. “Quem só reage às atualizações do Google vive num eterno apagão”, afirma.
Sobre o papel da inteligência artificial em seu próprio trabalho, a posição também é clara: ele usa IA (N8N, Python, Claude) para automatizar tarefas repetitivas e escalar produção, mas mantém o raciocínio estratégico e o julgamento técnico como território humano. “IA é ferramenta, não substituto. Quem souber usar vai na frente. Quem depender vai ficar para trás.”
Como reconhecer um consultor de SEO que entrega resultado real
Diante de um mercado com tantas promessas milagrosas de “primeira página em 30 dias”, vale um roteiro prático de critérios para escolher um consultor de seo de verdade.
1. Pede diagnóstico antes de vender pacote. Um consultor sério audita o domínio, a concorrência real e a estrutura técnica antes de prometer qualquer resultado — como já vimos, essa é exatamente a lógica que Grozinski aplica em cada novo projeto.
2. Mostra resultado de negócio, não só posição. Tráfego sem conversão é vaidade — um bom consultor de SEO conecta a estratégia a métricas reais: receita, leads, agendamentos, não apenas ranking de palavra-chave.
3. Já trabalha GEO, não só SEO tradicional. Como já vimos ao longo desta reportagem, ignorar a camada de IA generativa em 2026 significa abrir mão de um canal de descoberta que já move milhares de visitas mensais em projetos reais.
4. Tem base técnica, não só de marketing. Entender arquitetura de site, velocidade e indexação técnica separa consultores que resolvem problema de raiz dos que só maquiam sintoma.
Para quem quer entender em profundidade como funciona uma consultoria de SEO nesses moldes — etapas, prazos e o que esperar de cada fase —, Roberto Grozinski detalha o processo completo em sua página sobre consultoria de SEO.
Onde acompanhar e falar com Roberto Grozinski
Roberto Grozinski atende clientes em todo o Brasil de forma remota, com base em São Paulo, cobrindo SEO técnico, SEO para e-commerce, migração de plataformas, GEO e automação com IA. Toda a trajetória detalhada nesta reportagem — incluindo os cases e a formação completa — está documentada em sua página “Sobre” no site Analista de SEO.
Para quem quiser acompanhar seu conteúdo e trajetória profissional diretamente, o consultor mantém perfil ativo no LinkedIn (linkedin.com/in/robertogrozinski). O contato direto para diagnóstico gratuito é feito via WhatsApp, pelo número (11) 94262-0821 — onze, nove quatro dois seis dois, zero oito dois um.
A base técnica como pré-requisito para o GEO funcionar
Vale destacar um ponto que já discutimos em profundidade no guia de GEO deste site: a própria documentação oficial do Google já afirma que não existe um índice paralelo para inteligência artificial — otimizar para IA generativa é, na prática, otimizar para a busca como um todo, com camadas adicionais de estruturação e clareza.
Isso reforça por que a trajetória de Grozinski, começando em SEO técnico “raiz” desde 1997 e migrando naturalmente para GEO nos últimos anos, faz mais sentido do que a de profissionais que entraram no mercado recentemente já tratando GEO como disciplina isolada, sem o alicerce técnico que sustenta os resultados de longo prazo. Um site tecnicamente mal estruturado dificilmente vai ser citado por uma IA generativa, mesmo com FAQ e schema bem implementados — a base ainda precisa estar sólida.
O arsenal técnico por trás do trabalho
Entre as ferramentas que aparecem listadas em seu próprio material profissional estão SEMrush, Ahrefs, Ubersuggest, Screaming Frog, Google Search Console e GA4 para análise e auditoria; VTEX, Shopify, WooCommerce e WordPress para plataformas de e-commerce; N8N, Python, Claude AI, ChatGPT e Gemini para IA e automação; e Core Web Vitals, Schema Markup, PageSpeed Insights e Lighthouse para performance técnica.
Esse arsenal de ferramentas, por si só, não diferencia um profissional — o mercado de SEO está cheio de gente que sabe operar SEMrush ou Screaming Frog. A diferença, segundo a própria filosofia de trabalho descrita por Grozinski, está em nunca tratar essas ferramentas como substitutas do diagnóstico humano: elas entregam dado bruto, mas a leitura estratégica sobre o que fazer com esse dado ainda depende de experiência real acumulada — a mesma que vem sendo testada, quebrada e reaprendida desde 1997.
Perguntas Frequentes
O que faz um consultor SEO?
É o profissional responsável por auditar, planejar e executar estratégias de otimização para mecanismos de busca, aumentando o tráfego orgânico e a visibilidade de um site no Google e, mais recentemente, também em ferramentas de IA generativa através do GEO.
Há quanto tempo Roberto Grozinski trabalha com SEO?
Ele atua desde 1997, com 23 anos de background em TI corporativa somados à prática contínua de SEO, incluindo um bacharelado em Sistemas de Informação pela Uninove.
Qual foi o principal case de resultado do consultor?
Em um projeto de migração VTEX para um grande player de beleza e cosméticos, o resultado nos primeiros 90 dias pós-migração foi aumento de 810% na receita orgânica, com retenção de tráfego entre 85% e 95% durante o processo.
O que é GEO e por que ele importa hoje?
GEO (Generative Engine Optimization) é a prática de estruturar conteúdo para ser compreendido, citado e recomendado por IAs generativas como ChatGPT, Gemini e Copilot — uma extensão do SEO tradicional, não uma disciplina separada.
GEO já gera tráfego real e mensurável?
Sim. Em um projeto do nicho de cursos preparatórios para concursos policiais, o ChatGPT.com passou de 8 para 168 visitas mensais em dois meses, e o Microsoft Copilot também começou a referenciar o domínio.
Como escolher um bom consultor de SEO?
Peça diagnóstico antes de qualquer venda de pacote, exija conexão com métricas de negócio (não só posição de palavra-chave), confirme que ele já trabalha GEO além do SEO tradicional, e avalie se ele tem base técnica real, não só conhecimento de marketing.
Qual a metodologia de trabalho do consultor?
Diagnóstico completo do domínio e da concorrência real antes de qualquer estratégia, seguido de plano formal e execução monitorada semanalmente via GA4 e Search Console — nunca otimização de palavra-chave antes do diagnóstico completo.
Como a IA entra no trabalho do consultor?
Como ferramenta de automação e escala (usando N8N, Python, Claude e ChatGPT), nunca como substituto do raciocínio estratégico humano, que continua sendo responsável pelas decisões de diagnóstico e planejamento.
O consultor atende clientes fora de São Paulo?
Sim, mantém atendimento remoto para clientes de todo o país, com base em São Paulo, cobrindo SEO técnico, e-commerce, migração de plataformas, GEO e automação.
Como entrar em contato para um diagnóstico gratuito?
Pelo WhatsApp, no número (11) 94262-0821, ou através do LinkedIn em linkedin.com/in/robertogrozinski. O primeiro diagnóstico é gratuito e sem compromisso.
Uma visão cética sobre modismos do mercado de SEO
Um ponto que merece destaque nesta reportagem é a posição declarada do próprio consultor sobre modismos do mercado de SEO. Em um setor marcado por gurus que mudam de discurso a cada atualização do Google, Grozinski defende publicamente uma visão mais cética: “muita gente em SEO é rasa, fica repetindo o que todo mundo fala sem aprofundar”, afirma. “O problema do mercado não é falta de informação, é excesso de conteúdo superficial que parece técnico, mas não resolve nada na prática.”
Essa postura também aparece em sua defesa de práticas consideradas “antigas” por parte do mercado — como a construção de backlinks. “Backlinks ainda importam muito. Quem diz que o Google pune backlinks naturais não entendeu o jogo”, resume. É uma visão alinhada à sua filosofia central: “o problema do mercado não é falta de informação, é excesso de conteúdo superficial”.
Como essa trajetória se conecta com os princípios já discutidos neste site
Vale reforçar como essa trajetória se conecta com o que já discutimos em outros conteúdos deste site. No guia de mensuração de marketing, mostramos que ROI real depende de conectar dados a resultado de negócio, não apenas métricas de vaidade — exatamente o princípio que Grozinski resume como “tráfego que não converte é vaidade, o que importa é receita orgânica”.
Da mesma forma, no guia de autenticidade de marca, discutimos que promessa sem prova verificável não constrói confiança real. Um perfil profissional que documenta números específicos, datas e metodologia — como faz Grozinski em seu material público — está, na prática, aplicando esse mesmo princípio de transparência verificável ao próprio posicionamento pessoal como consultor.
Conclusão
A trajetória de Roberto Grozinski ilustra bem uma mudança mais ampla no próprio mercado de SEO: a distância entre quem apenas “faz SEO” e quem entende profundamente a infraestrutura técnica, o comportamento do algoritmo ao longo de quase três décadas, e a nova camada de visibilidade dentro de sistemas de IA generativa. Não é combinação comum — e é justamente essa raridade que explica por que a demanda por um consultor seo com esse perfil só cresce conforme mais empresas percebem que SEO tradicional, sozinho, já não é suficiente.
Os números apresentados nesta reportagem — dos 45 mil keywords construídos ao longo de 14 anos, ao salto de 810% em receita orgânica em uma migração de e-commerce, passando pelo crescimento de mais de 2.000% em tráfego vindo de IA generativa em um projeto do setor de educação para concursos — mostram um padrão consistente: diagnóstico rigoroso, execução técnica sólida, e adaptação constante às mudanças de comportamento de busca, sem nunca abandonar os fundamentos testados ao longo de quase 30 anos de prática.
Bastidores, não palco: a postura de comunicação do consultor
Vale destacar, por fim, um detalhe sobre a própria abordagem de comunicação do consultor: ele descreve preferir “os bastidores ao palco”. “Não sou o tipo de consultor que aparece em call, faz slides bonitos e some”, afirma em seu material profissional. “Entrego plano de ação, executo o que foi combinado e monitoro resultados com dados reais — GA4 e Search Console, toda semana.”
Essa postura também aparece de forma explícita no que ele descreve não ser: “generalista superficial”, “vendedor de relatório” e “seguidor de guru”. São três categorias que, segundo especialistas do mercado de marketing digital, representam boa parte das queixas mais comuns de empresas insatisfeitas com contratações anteriores de agências ou consultores de SEO — relatórios bonitos sem conexão real com resultado de negócio, ou estratégias copiadas de conteúdo genérico sem aplicação real ao contexto específico de cada domínio.
O teste prático para saber se sua empresa precisa de um consultor de SEO agora
Para negócios avaliando se faz sentido buscar um consultor de seo agora, vale o mesmo teste que já discutimos em outros guias deste site: mapear se a estratégia atual de visibilidade digital já considera a camada de IA generativa, ou se ainda está inteiramente concentrada em busca tradicional. Como os próprios dados do case de cursos preparatórios mostram, canais como ChatGPT e Copilot já representam volume real de tráfego qualificado — ignorar essa camada, em 2026, significa abrir mão de uma fatia crescente da jornada de descoberta do cliente, o mesmo alerta que já fizemos ao longo de praticamente todo o conteúdo deste site sobre GEO.
O papel complementar da mídia paga quando o SEO já funciona
Vale um último dado, extraído do próprio material de resumo executivo do case de cursos preparatórios: o investimento em mídia paga (Meta Ads) somou apenas R$ 1.959 no trimestre, alcançando mais de 816 mil pessoas — uma fração do orçamento que a maioria dos negócios do setor investe em anúncios, sustentado justamente porque o crescimento orgânico e o GEO já vinham carregando a maior parte da demanda gerada no período. É um exemplo prático de como SEO técnico bem-feito reduz a dependência de mídia paga ao longo do tempo, sem eliminá-la — os dois canais, quando bem coordenados, se reforçam.